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Pesquisa Etnus "Afrodescendentes e o mercado de trabalho"

A Etnus Consultoria e Planejamento realizou uma pesquisa sobre Afrodescendentes e o Mercado de Trabalho em parceria com a consultoria EmpregueAfro e o Painel BAP.

Pesquisa Etnus Afrodescendentes e Mercado de Trabalho

No mês de julho a Etnus Consultoria, especialista em percepção do consumidor e afroconsumo, realizou a pesquisa inédita sobre afrodescendentes e o mercado de trabalho.


A EmpregueAfro, consultoria especializada na seleção e recrutamento de pessoas pretas para o mercado de trabalho contribuiu com sua expertise do setor corporativo voltado à diversidade em recursos humanos.


O Painel BAP forneceu os respondentes para o estudo e foi a primeira vez que três empresas pretas se uniram para realizar uma pesquisa do gênero e os dados são alarmantes.


A pesquisa demonstra o racismo estrutural e os desafios de profissionais pretos no mercado profissional. A ideia é compreender sob a perspectiva desses trabalhadores como as pessoas consomem o mercado de trabalho na cidade de São Paulo.


Racismo estrutural e o emprego

Alguns dados da pesquisa que pode ser consultada na íntegra no link abaixo:

Clique aqui para ver o resultado completo


  • 72% acreditam ser importante que as empresas invistam na formação de seus colaboradores

  • 60% acreditam que o melhor regime de trabalho é CLT

  • 43% diz que falta de qualificação para os melhores empregos

  • 34% atriburem ao racismo estrutural a falta de oportunidades

  • 92% acredita que existe racismo na contratação de candidatos

  • 60% já sofreu discriminação no ambiente de trabalho



O racismo é uma das feridas abertas provenientes da tragédia social do Brasil colonial, que permeia todos os tecidos sociais do nosso cotidiano. Conforme

pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular no ano de 2014, 92% dos brasileiros acreditam que o racismo existe no país, porém 98,7% não se consideram racistas. O Data Popular ainda estimou que 68% dos brasileiros adultos já presenciaram um branco chamar ou identificar um negro como “macaco” e que apenas 12% deles tomou alguma atitude.

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